Olá, amigos! Nosso sorteio do mês de maio não poderia ser diferente: um volume do primeiro romance de Virginia Woolf, A Viagem. Para concorrerem, deixem um comentário neste post, respondendo a seguinte pergunta:
Qual seria a sua viagem ideal?
O sorteio acontecerá no dia 5 de junho e é impreterível ter respondido a pergunta.
Publicado em 1915, ‘A Viagem’ é o primeiro romance de Virginia Woolf. Embora a autora tenha sofrido consideráveis perdas familiares durante a redação da obra, nela já estão presentes as características de sua linguagem e de seu estilo. Apesar de ter sido uma crítica da romantização, quanto da caracterização pseu-realista dos enredos e personagens, Virgina Woolf deixa transparecer aqui elementos e dados de sua vida pessoal, familiar e social. Pode se dizer que Rachel Vinrace é ela própria, assim como Helen e Ridley são seus pais. (Fonte: Livraria Cultura).
Editora: Novo Século
Tradução: Lya Luft
Idioma: português do Brasil
548 páginas – Brochura
Boa sorte!









Minha viagem ideal seria qualquer lugar que tiver “verde”, árvores, plantas, flores, natureza enfim…Poderia ser simplesmente um sítio…porque minha viagem de verdade, seriam os vários livros que levaria comigo, com eles esqueço o mundo a minha volta…viajo sem sair do lugar, e rodeada pela natureza e cheiro de terra…ahhhh, essa sim é uma viagem ideal para mim!!!
A melhor viagem ideal seria navegar pelas letras desse livro, nada melhor do que nós mesmos fazermos a nossa própria “viagem”"
Beijos.
A viagem ideal é a viagem utópica, onde pode-se navegar por lugares inimagináveis, percorrer caminhos incrivéis e desfrutar de um conhecimento exorbitante e ainda ter a certeza de poder percorrer outros caminhos, custando apenas sonhar.
Nesse momento minha viagem ideal seria perambular pelos lugares inspiradores de Virginia Woolf. De preferência, a Cornuália, para viajar literal e literáriamente pelas Ondas, pelos Faróis, pelos Kew Gardens, e poder exclamar com propriedade: What a Lark! What a Plunge!
Em algum cantinho especial de Londres no século XX para ficar esperando Virginia Woolf passar.
Qual seria a sua viagem ideal?
Em um lugar diferente deste em que me encontro, onde as pessoas amassem e respeitassem os outros, onde as crianças correriam sorridentes contemplando a luz do sol, onde a brisa me tocasse o rosto, onde a alegria de comer algodão doce fosse exarcebada. Minha viajem seria para onde tivesse uma vida tranquila, devagar, sem pressa pra ir aonde se quer chegar. É difícil encontrar um local assim, mas eu não me canso de procurar.
Minha viagem ideal seria uma volta pelo mundo.
A viagem ideal seria encontrar comigo mesma em diferentes fases da vida, para reviver e dividir as boas e más situações com a criança e a adolescente. Um encontro de mim mesma com as outras “eu” que me formaram…adulta!
Minha viagem ideal é sempre a próxima.. É aquela que vai me arrebatar com lindos cenários, me embriagar com boa companhia caminhando em ruas desconhecidas, me deixar ansiosa contando os dias, me fazer tomar vinho, café, me emocionar com tela famosa no museu… Vai me fazer olhar o por-do-sol e as pessoas passando com suas línguas diferentes, mesmo quando iguais à minha… Minha viagem ideal é sempre a próxima. Até que venha outra e outra e outra…
Minha viagem perfeita seria rumo as desventuras do desconhecido, na solitária companhia de minha bike,uma câmera e um bom livro [Woof cairia bem].Percorrer lugares que me inspirasse a sentir e escrever,conhecer lugares ,pessoas e quem sabe novos sentimentos sobre as pessoas ,sobre eu mesma…
A minha viagem perfeita seria, em primeiro lugar, de outra pessoa. Uma viagem do como sou agora nunca seria ideal. Mas… sim, seria essa a viagem ideal: uma viagem comigo mesma, sem medo de caminhar.
A minha viagem ideal é, de fato, a real. O ideal é de caráter perfeito, o que, sinceramente, é ilusão! Eu desejo uma viagem de verdade, cheia de inesperados felizes, que acabem em gargalhadas. Quero que ela seja um sonho no seu sentido figurado. E esta é apenas uma metáfora pra dizer que a ela precisa é me alegrar, seja ela para Paris ou para São Paulo. “Carpe diem”, certo???
Gostaria de revisitar as minhas escolhas. Dobrar a esquina do tempo e me ver matando os leões, devorando as cobras e os lagartos na estrada da vida para, assim, alimentar a minha possível ausência de fome de agarrar o futuro com unhas e dentes.
Para ter uma viagem ideal não precisa sair de casa. A imaginação nos leva para lugares mais distantes que nem nós achamos que podemos chegar. Um bom livro é um passo para a viagem da alma, principalmente quando este livro já nos propõe a fazê-la. Virgínia Woolf ajudaria muito na minha “VIAGEM” ideal. =)
Minha viagem ideal seria conhecer os castelos centenários da Europa! Certamente me perderia entre história, paisagens e sensações!
Minha viagem ideal seria dar os primeiros tímidos passos para tentar analisar o ser real, os conflitos, o inconsciente e o subconsciente, a viagem interior, os transtornos comportamentais, o pânico, a amargura, a conquista de si etc, facultando que cada um descubra seus limites reais e verdadeiras aspirações.
bjs… minha eterna professora, Rose.
Minha viagem ideal não o seria por um lugar, mas por quem me acompanharia. Alguém que ainda espero, idealizo, mas que me aguarda em algum cantinho do mundo. Ideais. Reais. Perambulo só, por enquanto.
Eu preferi nao participar, tô só observando…hehehe
Vai que eu ganho e nao quero que vc tenha despesas com correio pro exterior que é muito caro, beijos!!
Vou dar um pitaco: adorei a resposta da Lissandra Leite, tb seria a minha…
A viagem ideal seria ir a Lua !
viajei né rsrsrs…
A minha viagem ideal seria visitar outras épocas para conhecer grandes autores como Jane Austen, Virgínia Woolf, Charles Dickens e Machado de Assis, vivenciar o mundo de cada um, ver com meus olhos aquilo que transmitiram tão bem nas páginas de seus livros imortais…
Viagem ideal seria uma passagem pra conhecer todos os corações. Analisar as diferenças e todos os pontos possíveis. Se assustar, às vezes, mas conhecer.
Atualmente, a viagem ideal é um mergulho no oceano ficcional de Mia Couto, escritor/poeta africano. Nesse espaço povoam personagens extraordinários, como o senhor Bartolomeu Sozinho, o qual sofre de uma “doença incurável’. Ele é um sonhador, apesar das desgraças que lhe afligem. – Cure-me de sonhar, Doutor.
- Sonhar é uma cura.
– Todos elogiam o sonho, que é o compensar da vida. Mas é o contrário, Doutor. A gente precisa do viver para descansar dos sonhos.
- Sonhar so o faz ficar mais vivo.
- Para quê? Estou cansado de ficar vivo. Ficar vivo não é viver, Doutor. (Mia Couto: Venenos de Deus, remédios do diabo, p. 17).