Olá! Este post deveria ter sido escrito há algumas semanas, mas fui uma das felizardas da gripe que também brindou a entrada de ano novo. E alguns dias acamada servem sim para a gente ver essa coisa de ano novo de um modo diferente.

Como todo começo, ainda é cedo para se emitir alguma opinião a respeito do que anda acontecendo. Mas vi que o mundo já dá sinais de que teremos um aninho conflituoso, longo, e que será necessário muita paciência e tolerância para seguir. O capítulo de chuvas no sudeste parece que já faz parte da agenda pós ano novo, repararam nisso? E que bons ventos soprem.
Janeiro é o mês das minhas leituras e já estou fazendo muitas, assim como assistindo a todos os filmes que pairavam na minha estante, sem um tempo determinado para exibição. Os dramas, sempre eles, que são os meus filmes preferidos. E então vi que os cinemas da cidade onde moro andam mesmo muito capengas e atrasados. É a hora e a vez da safra hollywoodiana sem precedentes. Nem a iminência dos Academy Awards trouxe para as telas as prévias de filmes que realmente valham a pena.
Mais alguns dias e escreverei a resenha de Um Dia, do David Nicholls. Estou relendo, porque na ocasião primeira em que li, foi uma correria só. Agora, com mais calma, dá para apreciar a sensibilidade dessa narrativa, muito diferente e muito temporal. Ali, na minha pilha de leituras de férias estão de Somerset Maugham a Truman Capote, de Hilda Hilst a Gunter Grass. Ah, e estou tentando uma nova parceria. Vamos ver se tudo dá certo.
Um abraço! Bom janeiro!









É Rô, o mundo anda muito confuso e nós acabamos embarcando junto. Espero que seus projetos saiam redondinhos, sorte amiga!
beijos
Profª, bom dia! Gostaria que você me indicasse algumas leituras se possível. Tô precisando tomar um porre de leitura. Agradeço!
Isso aí, Rose. Férias é bom para isso msm.